Pacientes diferentes, tempos diferentes — registros da nossa trajetória clínica com o método SEAS, no Instituto Projeto Escoliose Brasil.
No tratamento da escoliose, frequentemente encontramos proposições sem base ou evidência científica. Por muito tempo ouvimos a ideia de que a única forma de tratamento eficiente seria a cirurgia — uma proposição que já tem mais de 40 anos, mesmo quando apresentada como "minimamente invasiva". O tratamento evoluiu em tipo e forma.
Os Exercícios Fisioterapêuticos Específicos para Escoliose (SSE — Scoliosis Specific Exercises) são a base de um tratamento eficiente e com sustentação científica, assim como o uso de órteses de última geração 3D CAD/CAM, com base nos critérios da SRS (Scoliosis Research Society) e da SOSORT.
Para avaliar cada caso, levamos em consideração idade, tipo de escoliose, maturidade óssea, menarca, estágio de Risser, entre muitos outros fatores. Apresentamos a seguir registros reais de pacientes acompanhados no Instituto Projeto Escoliose Brasil.
Paciente e familiares recusavam a cirurgia como alternativa. Diante de uma curva superior a 50° Cobb, foi proposto um tratamento conservador com órtese 3D de última geração (TLSO) associada a exercícios fisioterapêuticos específicos pela abordagem SEAS.

Registros do acompanhamento durante o tratamento (resultados preliminares) — Instituto Projeto Escoliose Brasil.
Caso que chegou ao Instituto com recomendação cirúrgica. Na iminência da cirurgia, a paciente e os pais preferiram o tratamento conservador, com órtese 3D associada a exercícios SEAS.

Registros do acompanhamento durante o tratamento (resultados preliminares) — Instituto Projeto Escoliose Brasil.
Paciente com indicação cirúrgica prévia cujos pais buscaram o tratamento conservador para conter o agravamento da curva. Foi recomendado o uso de colete TLSO 3D em conjunto com exercícios fisioterapêuticos específicos pela abordagem SEAS.

Registros do acompanhamento durante o tratamento (resultados preliminares) — Instituto Projeto Escoliose Brasil.
Paciente e família recusavam a cirurgia. O tratamento conservador foi conduzido com órtese 3D de última geração associada a exercícios fisioterapêuticos específicos pela abordagem SEAS.

Registros do acompanhamento durante o tratamento (resultados preliminares) — Instituto Projeto Escoliose Brasil.
Caso que chegou ao Instituto com recomendação cirúrgica, com curva torácica de 47° Cobb e curva lombar de 35° Cobb. Diante da cirurgia iminente, a paciente e os pais optaram pelo tratamento conservador, com órtese 3D associada a exercícios SEAS.

Registros do acompanhamento durante o tratamento (resultados preliminares) — Instituto Projeto Escoliose Brasil.
Paciente com indicação cirúrgica prévia. Foi recomendado o uso de colete TLSO 3D, indispensavelmente associado a exercícios fisioterapêuticos específicos pela abordagem SEAS. Reforçamos a importância de que as órteses sejam de boa qualidade e contem com um gerenciamento efetivo de qualidade, tanto por parte do ortesista quanto do médico.

Registros do acompanhamento durante o tratamento (resultados preliminares) — Instituto Projeto Escoliose Brasil.
Paciente e família recusavam a cirurgia como alternativa. O Instituto sugeriu a utilização de uma órtese (colete) TLSO de última geração 3D para auxiliar no controle do agravamento, em conjunto com uma série de exercícios fisioterapêuticos específicos para escoliose pela abordagem SEAS — recurso no qual o Instituto Projeto Escoliose tem especialização e certificação internacional, por meio da formação da fisioterapeuta Patricia Italo Mentges.

Registros do acompanhamento durante o tratamento (resultados preliminares) — Instituto Projeto Escoliose Brasil.
Estes casos refletem nossa trajetória clínica. À época (2016), éramos o único centro de tratamento não cirúrgico da escoliose com qualificação de especialista certificado internacionalmente na América Latina — anos antes de trazermos, nós mesmos, essa formação ao Brasil, em 2017 e 2018.
Naquele período, trabalhávamos com o método SEAS, no qual obtínhamos bons resultados. Hoje, nossa prática clínica é baseada no método Schroth, com o qual alcançamos resultados ainda mais consistentes em nossos pacientes. Essa evolução é fruto do nosso compromisso permanente com a melhor evidência e com a melhor experiência possível para cada pessoa que acompanhamos.
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