A palavra escoliose tem origem na língua grega e significa sinuoso.
É uma deformidade da coluna vertebral, em forma de “S” ou “C”, quando vista por trás.
A escoliose não deve ser confundida com a má postura: é uma doença e deve ser tratada como tal.
Trata-se de um desvio tridimensional da coluna vertebral, ou seja, a coluna desvia-se nos três planos do espaço. Assim, realmente se torce, não somente para os lados, mas também para frente, para trás e em volta de seu próprio eixo.
A escoliose pode causar danos irreparáveis se não for acompanhada corretamente, daí a necessidade de um tratamento precoce, conservador(não cirúrgico) da doença, o quanto antes.
Ligada a fatores genéticos, a escoliose idiopática – quando a causa não é de origem definida – é a grande maioria dos casos, com cerca de 85%; e acomete em média oito vezes mais meninas do que meninos. Este tipo de escoliose é a mais deformante das patologias ortopédicas, sobretudo quando há envolvimento da caixa torácica — o que deforma as costelas, modifica todo o comportamento postural e ainda pode comprometer as funções respiratórias nos casos mais graves.
A gravidade e a severidade irá variar de acordo com alguns parâmetros clínicos, incluindo a angulação.
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